PERCEPÇÃO DE PAIS E CUIDADORES MIGRANTES SOBRE A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
DOI:
https://doi.org/10.29393/CE32-3PACB10003Palavras-chave:
Vacinação, Migrantes, Programas de Imunização, Saúde da Criança, Pais, CuidadoresResumo
Objetivo: Analisar a percepção de pais e cuidadores migrantes sobre a vacinação de crianças e adolescentes
sob seus cuidados na Região Metropolitana de Santiago do Chile, durante o segundo semestre de 2024.
Material e Método: Estudo observacional, transversal e analítico, com enfoque quantitativo. A população correspondeu a 395 pais e cuidadores migrantes de crianças e adolescentes residentes na Região
Metropolitana. A seleção foi feita por amostragem por conveniência. Foi aplicada um questionário do tipo
Likert e perguntas sociodemográficas, na modalidade virtual e presencial. Os dados foram processados
utilizando estatística descritiva. O estudo foi previamente aprovado por um comitê de ética. Resultados: 65% dos participantes eram mulheres. A maioria residia em municípios de nível socioeconômico médio- baixo (37,7%). A nacionalidade predominante era venezuelana (43,5%). Os entrevistados reconheceram o valor preventivo e a segurança das vacinas, embora o conhecimento sobre o calendário de vacinação fosse menor. Observou-se alta aceitação da obrigatoriedade e do cumprimento do calendário. Conclusões: É evidente uma percepção positiva em relação à vacinação infantil, destacando seu valor preventivo e sua segurança. No entanto, foram identificadas lacunas no conhecimento do calendário de vacinação. A alta aceitação da obrigatoriedade e do cumprimento da vacinação favorecem a sustentabilidade dos programas de vacinação. A maior participação das mulheres reforça seu papel na saúde infantil e ressalta a importância de estratégias culturalmente adaptadas para garantir a vacinação da população.
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