AURICULOTERAPIA COMO PRÁTICA DE CUIDADO A MULHERES NO CLIMATÉRIO: ABORDAGEM CONVERGENTE ASSISTENCIAL NA ATENÇÃO BÁSICA
DOI:
https://doi.org/10.29393/CE31-30ACAF60030Palavras-chave:
auriculoterapia, climatério, mulheres, atenção primária a saúdeResumo
Objetivo: Compreender as percepções de mulheres que utilizam a auriculoterapia e de profissionais de saúde sobre o manejo das manifestações clínicas do climatério na Atenção Básica, em uma Unidade de Saúde da Família (USF) na região metropolitana de Salvador, Bahia, Brasil. Material e Método: Pesquisa Convergente Assistencial, implementada em quatro fases: concepção, instrumentação, perscrutação e análise; realizada com 12 mulheres no climatério e profissionais de saúde, entre abril e junho de 2024, através de rodas de conversa e entrevistas que foram analisadas segundo Bardin. Resultados: As idades das mulheres variaram entre 46 e 60 anos, com média de 53 anos, a maioria se autodeclara negra, metade são casadas e convivem com companheiro, dois terços possuem ensino médio, a maioria recebe até um salário mínimo e a religião predominante é a protestante. Os profissionais de saúde a maioria com tempo de serviço na USF superior a 10 anos, as duas médicas do grupo possuem formação em Auriculoterapia, Aromaterapia e Dança Circular. As mulheres revelaram alguns benefícios da auriculoterapia e os profissionais ativaram o uso/ indicação no plano de cuidado singular do climatério. Ambos tiveram percepções positiva na redução da frequência e/ou intensidade das manifestações clínicas. A mensuração do Indice Menopausal de Kupperman convalidou as percepções após o uso da auriculoterapia. Conclusão: A pesquisa convergente assistencial revelou a importância da inclusão da auriculoterapia na assistência à saúde da mulher no climatério em unidades básicas de saúde.
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Copyright (c) 2025 Ana Karoline Macedo Dourado, Cleuma Sueli Santos Suto, Rita da Cruz Amorim, Larissa Silva de Abreu Rodrigues, Aisiane Cedraz Morais, Fernanda de Souza Silva

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