VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO DE AUTOESTIGMA DA DEPRESSÃO EM USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
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Palavras-chave:
Estigma social, Autoestigma, Transtorno depressivo, PsicometriaResumo
Objetivo: Avaliar as propriedades psicométricas da Escala de Autoestigma da Depressão ou SSDS (Self-Stigma of Depression Scale) em pacientes em tratamento na atenção primária entre abril de 2023 e setembro de 2024. Material e métodos: Estudo instrumental que utilizou uma amostra não probabilística de 320 pacientes com idades entre 18 e 78 anos, diagnósticados com transtorno
depressivo. Foram propostas quatro dimensões: vergonha, culpa, desajuste social e barreiras à busca de ajuda, com um total de dezesseis itens. A validade convergente foi avaliada por meio do Inventário de Estigma Internalizado da Doença Mental (ISMI), e a gravidade dos sintomas, por meio do Patient Health
Questionnaire (PHQ-9). A adaptação linguística envolveu análise de correlação, análise fatorial exploratória (AFE) e análise fatorial confirmatória (AFC), além da
estimativa da consistência interna. Resultados: A EFA identificou uma estrutura bifatorial de 14 itens. A AFC mostrou um bom ajuste do modelo (?2= 188,271; df= 76; p= 0,001; CFI= 0,98; TLI= 0,98; RMSEA= 0,076 e SRMR= 0,073). A escala mostrou consistência interna adequada (?=0,83; ?=0,85). Conclusão: A versão
bifatorial da Escala de Autoestigma da Depressão tem propriedades psicométricas adequadas para sua aplicacão na população chilena.
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