INCERTEZA DAS PESSOAS DIAGNOSTICADAS COM VID/SIDA NO CHILE
DOI:
https://doi.org/10.29393/CE30-13IPJV20013Palavras-chave:
Incerteza, Vírus da Imunodeficiência Humana, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, EnfermagemResumo
Objetivo: Analisar os níveis de incerteza das pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH)/
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) em organizações não governamentais e grupos sociais.
Material e Método: Estudo não-experimental, quantitativo, correlacional e transversal com pessoas que vivem com VIH/SIDA. A amostra foi selecionada por meio de amostragem por conveniência, com um total de 118 pessoas. A coleta de dados incluiu os antecedentes biosociodemográficos e a Escala de Incerteza da Doença de Mishel, que foi administrada on-line. A análise dos dados foi realizada com o software SPSS versão 23.0. Foram respeitadas as salvaguardas éticas. Resultados: 64,4% dos participantes apresentaram um nível moderado de incerteza sobre a doença, seguido de 23,7% com um nível elevado e 11,9% com um nível baixo de incerteza. As variáveis estado civil e nível de escolaridade mostraram-se relacionadas com as dimensões inconsistência e imprevisibilidade da escala de incerteza. Conclusão: A gestão dos cuidados de enfermagem deve gerar mecanismos de coping para adaptação à doença, promover estilos de vida saudáveis que reduzam o aumento da doença e melhorar a qualidade de vida da população com VIH/SIDA.
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